Olha quem está de volta: Call of Duty, ou para os fãs obstinados da franquia “COD”, não perdeu sua essência. Para muitos, a série vinha se adaptando ao cenário atual de jogos FPS futuristas e "da moda", mas muitas vezes parecia repetitiva. Desde então Titanfall, jogos de tiro com mecânicas únicas — robôs, jetpacks — dominaram o mercado. Call of Duty não foi exceção, com Ativação experimentando em seus três estúdios de desenvolvimento, muitas vezes exagerando com DLCs e Passes de Temporada. Todos os jogos dos últimos quatro anos foram futuristas. Confira minha análise completa e descubra se vale a pena jogar Call of Duty WWII!
A verdade é que, Call of Duty vinha desgastando os jogadores ano após ano. Mesmo assim, a franquia continua se destacando, impulsionada por sua base de fãs. A qualidade de seus títulos anteriores tornou as deficiências dos títulos recentes “perdoado" por muitos — desde que um novo lançamento trouxesse a série de volta à sua antiga glória.
Então chegou a hora de COD, que outrora moldaram o mercado, para serem influenciados por outro título? Talvez o anúncio e o sucesso de Battlefield 1 destacou a necessidade de um Call of Duty de volta ao básico, retornando às suas raízes. Mas depois de jogar os primeiros 30 minutos da campanha em Call of Duty WWII, fica claro que a Sledgehammer e a Activision tinham exatamente essa visão. Essa decisão — quase uma necessidade — foi certeira.
Em COD Segunda Guerra Mundial somos levados firmemente de volta ao década de 1940, em meio ao maior conflito da história. A Alemanha mais uma vez espalha o terror pelo globo, enquanto as forças aliadas — Estados Unidos, França e Império Britânico — lutam para reconquistar seus territórios. Os personagens do jogo lutam para sobreviver nesse caos. É possível ver o medo em seus olhos. A morte espreita em cada esquina, em cada tiroteio e na próxima missão.
O novo título da Activision remete ao heroísmo de Soaps, Ghosts e Prices para destacar a humanidade de Zussman, Pierson, Daniels, Turner e muitos outros soldados. A Segunda Guerra Mundial é retratada com precisão e uma quantidade surpreendente de poesia — a humanidade unida contra um mal comum: os nazistas. COD WWII misturas esses elementos de forma soberba, mostrando acima de tudo que a guerra é tudo menos gloriosa. Não é fácil andar com as botas desses soldados.
Durante anos, o Call of Duty A franquia era sinônimo de jogabilidade precisa e responsiva. A regeneração de saúde tornava a ação suave — sem mais caça por kits médicos como nos primeiros dias. Desde Guerra Moderna, você simplesmente se esconde atrás de uma cobertura e espera para se curar. Morrer se tornou um evento quase raro, a menos que você aumentasse a dificuldade.
No entanto, em Call of Duty WWII Voltamos aos kits médicos clássicos — e isso revitaliza o ritmo da série. Kits médicos estão espalhados pelos níveis, mas, graças aos suprimentos especiais de alguns personagens, Zussman pode compartilhar kits extras quando você os solicitar (desde que sua habilidade esteja recarregada). Apenas Zussman carrega kits médicos; outros companheiros de esquadrão fornecem munição, granadas e muito mais. Se Zussman não estiver com você em uma missão, você terá que coletar os kits médicos sozinho.
Para esta análise, joguei COD WWII no PlayStation 4. A assistência de mira lembrava DestinyAo mirar com L2/LT, os tiros se ajustam à altura do alvo, tornando os tiroteios suaves sem parecerem injustos. Nesse sentido, COD WWII mantém a tradição de ser extremamente divertido de jogar.
Veredito
- Gráficos
- Interface
- Entretenimento
- Multijogador
- Jogabilidade
- Características
Resumo
“Call of Duty WWII" é realmente o retorno da franquia da Activision que todos os fãs e entusiastas esperavam há anos. É um jogo de verdade, sem muitos bugs e direto ao ponto, com a proposta de tentar agradar a todos. Quem gosta de uma boa campanha tem um ótimo pacote em mãos. Quem gosta Multijogador, tem vários modos e zumbis (claro) para atirar à vontade. Divertido, bonito e muito bom de jogar, COD Segunda Guerra Mundial é imperdível para os fãs e uma ótima maneira de retornar à franquia.


















































































