É verdade que a bateria realmente vicia?

Essa é uma dúvida cruel e acredite se puder: ainda continua sendo uma dúvida cada vez mais recorrente. Para melhor contextualizar, a tradicional história da bateria de smartphone “viciada” ainda é dúvida na cabeça de muita gente. Afinal, não esperar que o aparelho termine de carregar antes de desconectá-lo da tomada ou carregá-lo antes que a bateria se esvaia por completo faz mal? Pensando nisso, eu preparei um artigo especial para você, confira!

Atualmente, as baterias utilizadas em smartphones e em outros eletrônicos são as de íons de lítio (Li-Ion). Elas não guardam o que ficou conhecido como “memória de carregamento”. Em outras palavras, elas não viciam. Por isso, não há a necessidade de aguardar que o smartphone descarregue completamente para efetuar uma nova carga; da mesma forma, não há perigo de deixá-la “mal-acostumada” caso você retire-a da tomada antes do tempo.

Será que Bateria vicia? Explicações Técnicas!
Imagem/Reprodução: Forbes

Porém, isso não significa que as baterias mantenham-se como “novas” após anos de utilização pelo usuário. Na maioria das vezes, elas possuem uma vida útil estimada em cerca de três anos, já que perdem parte de sua capacidade ao longo do tempo. Por isso, temos a impressão que nossos aparelhos não são mais “os mesmos”.

O curioso é que, quando os celulares se popularizaram, circulava a informação de que as “baterias viciavam”. Isso porque, se você as carregasse antes de concluir a carga anterior, a seguinte duraria menos tempo e assim por diante. O que acontece é que, os primeiros modelos de celulares possuíam baterias de Níquel, que requeriam que a carga se esvaísse por completo antes de fazer uma nova recarga. Caso contrário, eram afetadas pelo efeito “memória”. Por isso, os aparelhos antigos acabam necessitando de novas baterias frequentemente se o dono não quisesse andar com o carregador na bolsa.

E você, conhece alguém que acredita em baterias que viciam? 😉

Juan de Souza

Meu nome é Juan, tenho 20 anos, sou empresário, investidor, blogueiro, streamer e podcaster. Com muito orgulho comecei meu primeiro negócio aos 10 anos de idade utilizando uma conexão limitada no Brasil, especificamente numa cidade de interior.